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Os desafios da Equidade nos Primeiros Anos de Vida

Sob o título “A Pobreza e os Desafios da Equidade nos Primeiros Anos de Vida” foi a comunicação proferida, no âmbito do ICCA 2024 – 8ª Edição do Congresso Internacional da Criança e Adolescente,  pela Mafalda Lourenço da Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso, em sede da mesa redonda ‘Pobreza Infantil’ conduzida por Sérgio Araújo.

A equidade pode ser horizontal, referindo-se à situação em que pessoas com as mesmas necessidades têm igual acesso aos mesmos recursos e a equidade vertical que implica que pessoas com maiores necessidades têm acesso a recursos adequados que respondam a essas necessidades.

Partindo da observação da situação atual em Portugal, fundamenta as vantagens de um retorno social quando o investimento nos primeiros anos de vida, ‘porque hoje sabemos que começar cedo é o melhor’.

 Consulte a comunicação aqui.

O 8º Congresso do ICCA foi organizado pela secção de Pediatria Social da Sociedade Portuguesa de Pediatria. e decorreu em Peniche de 24 a 26 de janeiro de 2024. Entre outras personalidades internacionais, o Congresso contou com a comunicação da Jana Hainsworth da EuroChild sob o tema da desinstitucionalização das crianças e jovens. 

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Sabia que…. compreender melhor os primeiros anos de vida(8)

A iniciativa “Sabia que…?” promovida pelo ProChild CoLAB,  que contou em outras edições com contributos de diversos parceiros da campanha, foram divulgados nas redes sociais de 20 a 24 de novembro de 2023.

A iniciativa tem a colaboração dos parceiros, em particular da  Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso da Campanha Primeiros Anos a Nossa Prioridade, que tem o objetivo de sensibilizar a sociedade para a importância do investimento nos primeiros anos de vida.

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Direitos das Crianças: vontade política ou não?

A propósito do dia 20 de novembro, Dia Mundial dos Direitos da Criança, a Eurochild publicou um novo relatório intitulado “Children’s Rights: Political will or won’t?Diretos das Crianças: vontade política ou não? – que compila informações recolhidas junto de 38 membros da Eurochild em 26 países da Europa e apresenta uma panorâmica da situação atual das crianças nesses países. O Relatório tem como objetivo identificar boas e promissoras práticas, soluções de trabalho e recomendações específicas por país para que os decisores na UE e governos nacionais se basearem quando abordam as necessidades das crianças.

Através de perfis estruturados de cada país, o Relatório centra-se na medida em que os direitos das crianças são respeitados, protegidos e cumpridos em toda a Europa, fornecendo informações oportunas e relevantes recolhidas junto dos nossos membros que trabalham a nível nacional. O documento também apresenta experiências de pobreza e exclusão social de crianças, famílias e comunidades. Para os Estados-Membros da UE, são abordados o Semestre Europeu e o alinhamento das necessidades das crianças com os planos de ação nacionais da Garantia Europeia para a Infância. 

Avalia também se os planos de ação nacionais da Garantia para a Infância estão alinhados com as necessidades dos países, em que medida o relatório e as recomendações por país do Semestre Europeu de 2023 estão alinhados com as experiências vividas pelas crianças do ponto de vista da sociedade civil.

A pesar das deficiências de informação em Portugal, surgem como pontos a ter em consideração:

  • a recomendação para o acesso universal a uma saúde de qualidade e em tempo.
  • a chamada de atenção especial à saúde das crianças institucionalizadas e a necessidade de evoluir mais rapidamente para um sistema de acolhimento assente em famílias.
  • a necessidade de subsidiar o setor social para fazer parte das respostas que contribuem para os pontos anteriores.
  • o alerta de que são necessárias campanhas preventivas da violência sobre as crianças, como por exemplo a First Years First Campaign – campanha Primeiros Anos a Nossa Prioridade.

O Relatório contou, entre outros, com a participação da Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso, no retrato de Portugal (páginas109-113).

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Principais Desafios 2023 – resultado do Big Meeting 2.0

Os Principais Desafios 2023, resultado do Big Meeting 2.0 Os Primeiros Anos Contam! e agora?, realizado no dia 17 de outubro de 2023, contou com os contributos dos parceiros da campanha  e  teve como fundamentos as Conclusões do Encontro.

A campanha Primeiros Anos a Nossa Prioridade reúne parceiros que aportam diversas sensibilidades, conhecimento, práticas e experiências que permitirão formular, ao longo da campanha, propostas concretas para Portugal reforçar as medidas orientadas ao desenvolvimento infantil.

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Sobre:

A Early Childhood Development Campaign First Years First Priority é coliderada pela Eurochild e pela International Step by Step Association, em parceria com a European Public Health Alliance e com o Roma Education Fund, abrangendo 11 países: Sérvia (Pomoc Deci), Espanha (Plataforma de Infancia), Portugal (Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso), Finlândia (Central Union for Child Welfare), Hungria (Family, Child, Youth Association), Irlanda (Child Rights Alliance), Bulgária (Trust for Social Achievement), Roménia (Step by Step Center for Education and Professional Development),  França (Ensemble pour l’Éducation de la Petite Enfance), Eslováquia (Open Society Foundation).  e Itália (Centro pela Salute del Bambino).  www.firstyearsfirstpriority.eu

A Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso – FNSBS é uma instituição focada, desde 1951, na promoção da saúde e na prevenção da doença, com especial incidência na gestação, na saúde da criança e do adolescente, em abordagens preventivas, prosseguindo o bem geral e a aposta estratégica no investimento nos primeiros anos de vida. 

Para mais informações à imprensa, por favor, contactar:

Lift Consulting

Rita Santiago – rita.santiago@lift.com.pt – 918 655 125

Raquel Campos – raquel.campos@lift.com.pt – 918 654 931

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Estudo das perceções da população residente na cidade de Lisboa sobre a importância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento da criança (0-6)

Equipa técnica de Investigação: Fausto Amaro (coordenador); Mafalda Duarte; Paula do Espírito Santo

Resumo

O desenvolvimento infantil é percecionado pela população inquirida como sendo influenciado negativamente pelas situações de pobreza (89%); doenças das crianças (85,3%); doenças dos pais, crónicas ou prolongadas (78,7%); problemas de saúde mental dos pais 86%); problemas de stress dos pais (81,7%); situações de conflito e violência na família (87,7%); e exposição a ecrãs (computador ou telemóvel) durante muito tempo (71%).
No que respeita à pobreza, é crença das pessoas entrevistadas que ela ocasiona: dificuldades de aprendizagem (47%); comportamentos desajustados (42%); maior probabilidade de doença (23,7%); dificuldades no desenvolvimento afetivo (26,7%); problemas de relacionamento com outras crianças (28,3%); problemas de aceitação junto da comunidade escolar (32,3%); e Isolamento (18,3%).
O relacionamento com os pais ou com outras pessoas que cuidam das crianças é visto como podendo ser positivo ou negativo conforme o tipo de relacionamento que existe.
Considerado positivo para o desenvolvimento infantil está o brincar com outras crianças (90%) e tempo dedicado aos filhos pelos pais (90,3%).
No que respeita às crianças filhas de imigrantes, as pessoas inquiridas foram de opinião que estas tinham mais problemas de desenvolvimento quando comparadas com as crianças portugueses.
Existe a perceção de que as doenças das crianças têm impacto na saúde na vida adulta (68,7%) e que poderão estar na origem de problemas mentais ou psicológicos (11,7%)
Apenas 35,7% dos inquiridos mostrou ter um conhecimento correto sobre idade em que se realiza o maior desenvolvimento do cérebro das crianças.
O estudo procurou recolher também opiniões sobre a creche e o jardim de infância, tendo 18% dos entrevistados respondido que considerava inadequada a frequência da creche pelas crianças dos 0 aos 3 anos, as quais deveriam ficar com as respetivas famílias. O mesmo tipo de resposta foi dado a respeito do jardim de infância (4,7%).
Quanto às duas principais funções da creche e do jardim de infância, foi indicado: tomar conta das crianças (79,7% na creche e 74,3% no caso do jardim de infância); e estimular as crianças (77,3 na creche contra 74,3% no jardim de infância).
Existe a perceção que frequentar uma boa creche ou jardim de infância pode influenciar positivamente, mais tarde, os resultados na escola (87%).
Mais tempo dos pais com as crianças foi considerado positivo, tendo os entrevistados preconizado três medidas, para que os pais tenham mais tempo para dedicar aos filhos: melhores condições de vida (60,7%); horários de trabalho mais flexíveis (55%); e redução de horários de trabalho (52,3%).
Uma maior atenção ao desenvolvimento infantil foi considerada necessária, o que resultaria nos seguintes benefícios para a sociedade: cidadãos mais responsáveis (35,7%) e mais saudáveis (23%); com maior sucesso e integração escolar (22%).
Um terço da população inquirida (33%) não soube responder sobre qual seria a melhor solução a dar às crianças em perigo que têm que ser retiradas da família; 56% foi de opinião que a melhor solução seria uma família de acolhimento.
Quer os serviços públicos de saúde para crianças, em Portugal, quer os serviços privados, são percecionados de forma positiva e considerados bons ou excelentes (26% no caso dos serviços públicos, e 37% no caso dos serviços privados).
Cerca de um terço dos inquiridos (30,3%) é de opinião que os serviços de saúde privados são inacessíveis para algumas famílias.
A obtenção de uma consulta nos serviços de saúde especializados, foi considerado muito demorada, por cerca de 55% dos inquiridos.
Uma maior atenção deveria ser dada ao desenvolvimento infantil, na opinião de 91% dos entrevistados.
Para melhorar a situação das crianças em Portugal, as três principais medidas preconizadas foram: facilitar aos pais melhores horários (47%); maior apoio económico às famílias (46%); melhores serviços de saúde (25%).
Avaliando a sua própria infância, os entrevistados consideraram que o mais importante para o seu desenvolvimento como pessoa foi: a família e o apoio familiar (27,3%); a educação e os valores recebidos (22%); e o acompanhamento, o amor e relação com os pais (15,7%).
As três principais razões indicadas para uma infância feliz foram: bom ambiente familiar e social (88,3%); brincar (31,3%); tempo com a família (30,7%).
Os resultados obtidos no estudo permitiram elaborar recomendações para ação, apresentadas no final do relatório.

Relatório completo

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Estudo de Perceções sobre o Desenvolvimento Infantil

Entidade Investigadora: Professores e alunos do Mestrado de Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento

Resumo

Este documento sumaria os resultados do estudo Perceções sobre o Desenvolvimento Infantil, realizado pelos docentes e alunos do Mestrado de Psicologia e Psicopatologia do Desenvolvimento do ISPA – Instituto Universitário em resposta ao pedido de consulta da Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso (FNSBS).
De acordo com o solicitado pela Fundação Nossa Senhora do Bom Sucesso (FNSBS), e com base nas competências do grupo de investigação (cf. Lista de Meios Técnicos e Humanos e Perfil Profissional Necessários à Execução do Trabalho), o grupo de investigação construiu um questionário com o objetivo de avaliar o grau de reconhecimento da importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento da criança por parte da sociedade portuguesa, em geral, e o seu grau de sensibilidade acerca do impacto de investir nos primeiros anos de vida e nas famílias como dimensão fulcral na construção de uma sociedade mais saudável e sustentável.

Relatório completo

 

 

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